Sobe para 55 número de macacos mortos em Salvador

Arquivo Correio

Redação: Correio 24h

Subiu para 55 o número de macacos encontrados mortos em bairros de Salvador no mês de janeiro. A informação foi confirmada na manhã desta quarta-feira (31) pela Secretaria Municipal de Salvador. Todos os macacos mortos, além de outos cinco debilitados, foram encaminhados para avaliar se eles estão contaminados com a febre amarela.
A SMS destaca que, independentemente dos resultados dos exames - se identificada ou não a doença -, é realizado o bloqueio vetorial no entorno onde o animal foi capturado. Nenhum dos 60 animais capturados tem sinal de violência ou que tenham sido agredidos. Os macacos não são transmissores da febre amarela. Pelo contrário, eles são indicadores que há o vírus circulando na região onde eles são localizados.
O Ministério da Saúde divulgou um novo balanço dos casos e mortes de febre amarela no Brasil nesta terça-feira (30). São 213 casos confirmados da doença, sendo que 81 pessoas morreram devido à infecção desde 1º de julho de 2017. A Bahia tem 15 casos noficados, sete descartados e oito em investigação. Um homem de São Paulo morreu em Salvador infectado com a doença no início do mês.
A SMS informou ainda que 1.232.893 pessoas ainda precisam ser vacinadas em Salvador contra a doença. Até está segunda (29), foram aplicadas 1.483.215 de doses. A vacina pode ser feita em todos os postos de saúde da capital
Três macacos mortos foram encontrados em Salvador nesta segunda-feira (29): um no bairro da Barra, outro no Cabula e o terceiro em Patamares. Os três foram recolhidos pela Guarda Municipal e encaminhados ao Laboratório Central de Saúde Pública Profº Gonçalo Muniz (Lacen) para análise. Um quarto animal, encontrado vivo na Ribeira, foi encaminhado para o Cetas/Ibama.
Amostras coletadas nos animais são reencaminhadas para o Lecen do Rio de Janeiro. Não há resultado ainda para nenhuma das amostras avaliadas.

Na última segunda-feira (22), seis macacos Bugio do zoológico de Salvador foram transferidos para uma área protegida, já que são mais suscetíveis ao contágio de doenças.
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