Os municípios de Ponto Novo e Queimadas protagonizam uma verdadeira novela, a questão das divisas territoriais, que até hoje, não se tem respostas e nenhuma satisfação foi dada às 130 famílias que estão prejudicados e passam por uma verdadeira sofrência. Tudo por conta de que com essa indecisão, os moradores que antes recebiam atendimento pelo município de Ponto Novo, que hoje está impossibilitado de prestar os serviços, não vêm recebendo atendimento por parte do município de Queimadas, a exemplo de: transporte escolar, máquinas para manutenção de estradas vicinais e transporte para enfermos, ficando totalmente a mercê.
Outro exemplo, revoltante diga-se de passagem, são os estudantes que necessitam percorrer quilômetros até as localidades que já pertencem a Ponto Novo, para estar utilizando o transporte para estudar na sede do município de Ponto Novo.
Já houveram várias
reuniões em Salvador entre vereadores e prefeito de Ponto Novo, com o intuito de entrarem em acordo com o prefeito de Queimadas, Tarcísio, porém sem sucesso, algumas delas sem nem contar com a presença do mesmo. Os moradores realizaram várias manifestações que inclusive repercutiram na região, com o intuito de passar o recado de que estão sendo prejudicados com tudo isso, e mobilizar os deputados que compõem a comissão de assuntos territoriais da Alba.
Segundo informações, a comissão formada por representantes dos moradores das localidades partirá para uma audiência no ministério público de Queimadas, que atende na cidade de Serrinha, com objetivo de conseguir uma autorização para entrar nas localidades para prestar o serviço. Em entrevista, o prefeito de Ponto Novo, Adelson Maia apelou para o lado humano dos vereadores e prefeito de Queimadas, " Volto a clamar e pedir às autoridades do município de Queimadas, tanto do prefeito, quanto dos vereadores, que olhem para o lado humano que esse povo está sofrendo. Então me dê condições para atender a esse pessoal." Disse o prefeito.
Segundo o deputado Zó, em uma reunião realizada na câmara dos vereadores de Ponto Novo, o problema do prefeito Tarcísio é político, " E o problema do prefeito Tarcísio é político, porque na política muitas vezes, tem gente que se aproveitar de várias situações para tirar uma casquinha de um, uma casquinha de outro, a gente está na política e sabe disso." Disse em suas palavras o deputado.
A prefeitura de Ponto Novo precisa de um documento expedido pela prefeitura de Queimadas, autorizando a prestação de serviço nas localidades, pois a partir do momento em que uma prefeitura entra em um território que não lhe pertence, o prefeito passa a responder por improbidade administrativa.
Enquanto os prefeitos não entram em um acordo, os moradores das localidades, cerca de 130 famílias ficam sem assistência, e esquecidas. Vamos aguardar o desenrolar desta longa história.
Web Interativa
Segundo informações, a comissão formada por representantes dos moradores das localidades partirá para uma audiência no ministério público de Queimadas, que atende na cidade de Serrinha, com objetivo de conseguir uma autorização para entrar nas localidades para prestar o serviço. Em entrevista, o prefeito de Ponto Novo, Adelson Maia apelou para o lado humano dos vereadores e prefeito de Queimadas, " Volto a clamar e pedir às autoridades do município de Queimadas, tanto do prefeito, quanto dos vereadores, que olhem para o lado humano que esse povo está sofrendo. Então me dê condições para atender a esse pessoal." Disse o prefeito.
Segundo o deputado Zó, em uma reunião realizada na câmara dos vereadores de Ponto Novo, o problema do prefeito Tarcísio é político, " E o problema do prefeito Tarcísio é político, porque na política muitas vezes, tem gente que se aproveitar de várias situações para tirar uma casquinha de um, uma casquinha de outro, a gente está na política e sabe disso." Disse em suas palavras o deputado.
A prefeitura de Ponto Novo precisa de um documento expedido pela prefeitura de Queimadas, autorizando a prestação de serviço nas localidades, pois a partir do momento em que uma prefeitura entra em um território que não lhe pertence, o prefeito passa a responder por improbidade administrativa.
Enquanto os prefeitos não entram em um acordo, os moradores das localidades, cerca de 130 famílias ficam sem assistência, e esquecidas. Vamos aguardar o desenrolar desta longa história.
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