Tudo Ok, o brega-funk que viralizou e promete ser o hit do verão


A música ‘Tudo Ok’, de Thiaguinho MT com Mila e JS O Mão de Ouro, promete ser um dos grandes hits do verão. Lançada oficialmente há 2 meses pelo canal do KondZilla no YouTube, a canção tem viralizado nas redes sociais, ao longo das últimas semanas, com direito até a um desafio no aplicativo TikTok.
‘Tudo Ok’ se encaixa nas características do chamado brega-funk, que mistura os dois gêneros citados. Há, ainda, uma pegada de arrocha, mas o que cativou, mesmo, foi a letra, com temática de superação direcionada às mulheres.

ASSISTA AO CLIPE DE ‘TUDO OK’:



Retirando os momentos que se repetem, a letra contém apenas os seguintes versos:
“É hoje que ele paga todo o mal que ele te fez
Cabelo ok, marquinha ok, sobrancelha ok, a unha tá ok
Brota no bailão, pro desespero do seu ex
Se ele te trombar, vai se arrepender
Uma bebê dessas, nunca mais ele vai ter”
O TikTok, aplicativo feito para criar e compartilhar vídeos curtos – geralmente, com música ao fundo -, em sido o principal ambiente virtual onde ‘Tudo Ok’ repercute. A canção é usada dentro de uma espécie de desafio, que cativou anônimos e celebridades, como a cantora Maraisa (dupla de Maiara), a atriz Bruna Marquezine, a apresentadora Maisa Silva.
O que deu um tom ainda mais viral é que muitos internautas estão pegando vídeos de ex-casais famosos e fazendo montagens, como Ximbinha e Joelma, Bruna Marquezine e Neymar, Pedro Scooby e Luana Piovani e William Bonner e Fátima Bernardes.
VEJA UM DELES, COM MARQUEZINE E NEYMAR:


Em entrevista ao site ‘G1‘, a cantora Mila celebrou o sucesso da música e destacou o poder feminino na letra. “O hit veio para incentivar as mulheres a se amarem mais, se valorizarem e não deixarem de viver e ser feliz por homem nenhum”, disse.
Ao site ‘Extra‘, Thiaguinho MT reforçou que uma música do funk pode fazer sucesso sem se escorar no machismo. “Dá pra fazer sucesso com funk sem ser machista. A inspiração dessa música veio de um tweet que eu vi de um gay falando que o seu ex ia pagar por todo o mal que tinha feito a ele. Achei divertido. Guardei a história e escrevi pensando tanto para um homem quanto para uma mulher. A música não tem gênero. O que vale é a gente saber superar as rasteiras da vida”, afirmou.

Revista Cifras 

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