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Distrito de irrigação de Ponto Novo recebe novo gerente e apresenta sua situação operacional e financeira aos agricultores

Redação: Web Interativa

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O Distrito de irrigação de Ponto Novo realizou na sua sede nesta terça-feira (19), uma reunião para apresentação do novo gerente e situação operacional e financeira aos agricultores e o relatório de transição de gestão da entidade.


Após a saída do ex-secretário de Agricultura de Ponto Novo, Eleilson Gama, o Distrito de Irrigação de Ponto Novo (DIPN), tem agora o formado em administração de empresas, Luís Reis, agora ele é o responsável por gerenciar o DIPN, indicado pelo o atual prefeito, Dr. Thiago Gilleno o seu nome foi aprovado pelo o Conselho de Administração da entidade, porém o mesmo colocou em indefinido sua função devido a situação atual do DIPN.

Participaram do encontro o novo o gerente-executivo do distrito, o presidente do Conselho Administrativo, Jailson de Almeida, presidente da Associação do Reassentados, Joelson, o presidente da Câmara de Ponto Novo, Zé da Boate, os vereadores: Arnóbio Carneiro, Arnóbio de Bezerras, Dinho do Remédio e Nelo Alves, o ex-secretário de Agricultura e ex-gerente do DIPN, Eleilson Gama e vários conselheiros da entidade, além dos agricultores.

A reunião visou discutir medidas e encontrar soluções para as demandas atuais do projeto entre elas a situação operacional que está no seu limite, muitas casas de bombeamentos com problemas técnicos ou precisando de manutenções, operando nos seus limites.

Atualmente, um dos consumos mais caros para a manutenção das atividades agrícolas do DIPN é a conta de luz, o perímetro de irrigação havia parado afetado pela estiagem prolongada, para o seu retorno a escolha do plantio da mamona foi feita pelos produtores que assumiram o compromisso de destinar 2.600 Kg cada um para custear a energia do projeto, porém muitos não tem arcado com isso, consequentemente o Distrito tem mantido suas atividades com verbas insuficientes, entre as medidas definidas entre os agricultores, associação, conselho e direção foi mais rigidez nas decisões e na cobrança aos inadimplentes, além do aumento de R$ 400 para R$ 500,00 da taxa de irrigação.

De acordo com Luis Reis, o prefeito de Ponto Novo estará também se comprometendo a auxiliar dentro das possibilidades o órgão, assim também como os edis presentes, que além disso em seus respectivos discursos pediram união aos agricultores e se comprometeram apoiar e buscar a autonomia do DIPN, nas esferas municipais e estaduais.

Energia Solar

A aposta de transformar luz solar em energia elétrica é visto como um dos caminhos mais promissores em relação a geração de energia sustentável e manutenção do Distrito. A energia solar é uma fonte alternativa, limpa, renovável e inesgotável, capaz de reduzir os efeitos indesejáveis dos combustíveis fósseis. A ideia de utilizar placa solar no sistema de irrigação traz como vantagens, a sustentabilidade e a redução de custos por meio da economia de água utilizada. No caso do custo da energia elétrica, a redução pode chegar até 90%, relacionados aos sistemas de automação e irrigação, pois o projeto passa a gerar sua própria energia.

Muitos projetos tradicionais de irrigação possuem um alto custo de manutenção por conta do bombeamento de água que de maneira convencional utiliza energia elétrica para o total funcionamento. Com isso, os produtores rurais estão optando por adotar em suas propriedades sistemas de irrigação por energia solar para poder aproveitar a alta incidência dos raios solares e baixo custo da manutenção.

A energia solar na agricultura tem alcançado um papel importante para a redução do impacto ambiental pelo mundo. Ultimamente, os painéis fotovoltaicos tiveram uma queda de preço, o que motiva um investimento crescente na escolha deste tipo de sistema. A energia solar chama atenção pelo potencial econômico, eficaz e sustentável.

Sobre o DIPN

O Distrito de Irrigação de Ponto Novo é um dos responsáveis pelo o Projeto de Irrigação de Ponto Novo é uma das principais forças do território do Piomente Norte do Itapicuru na economia e geração de empregos, além da produção de culturas como mamona, laranja, coco, goiaba, manga, melancia, feijão, mamão, tomate, pimentão, abóbora, quiabo, milho, maracujá entre outras culturas.

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