Mulher aluga o marido para serviços sexuais: "É unir o útil ao agradável"

Foto: Reprodução/Instagram

Lola Steinhot, como Jaqueline Lima é conhecida nas redes sociais e no mundo do BDSM , chamou atenção ao anunciar um serviço no Instagram. “Estou vendendo o meu marido para que vocês usem como quiserem. Por quê? Porque o serviço dele não é essencial, mas ainda, sim, é essencial pagar as contas, aluguel e manter a sanidade em meio ao caos. 

Por este motivo, se você quiser ter qualquer momento com ele ou nos ajudar de qualquer forma, aceitamos”, escreveu. Em entrevista ao iG Delas, Lola explica que teve essa ideia pensando em como poderia melhorar a situação financeira em casa e acabou “unindo o útil ao agradável”. Ela está em um relacionamento há dois anos com Dom Rabbit, como o marido é conhecido. 

Ele é barbeiro, mas precisou paralisar os trabalhos por conta das medidas de restrição da fase emergencial implantada em São Paulo em março. Lola, que é fisioterapeuta, mas trabalha há um ano como assistente de marketing, era a única trabalhando em casa e teve a ideia de oferecer o marido parar sessões de fetiche, encontros sexuais ou qualquer outra coisa que os clientes desejassem. “Estou fazendo o meu marido, que é dominador, de aluguel. 

Ele pode fazer coisas que estão ligadas ao BDSM, ao fetiche e à fantasia das pessoas, como ele também pode fazer qualquer outra coisa. Vai atender as necessidades daquele indivíduo, seja homem ou mulher”, explica. Lola se identifica como cuckquean, que significa que ela tem prazer em ver ou saber que o marido está se relacionando com outras pessoas, a “famosa corna mansa” como define. “Tenho um fetiche enorme de ver o meu parceiro com outra pessoa. 

Não que necessariamente eu precise participar de todo aquele processo, mas eu posso simplesmente só ver e para mim já vai ser satisfatório. A ideia partiu de eu alimentar o meu prazer e alimentar o nosso prazer financeiro. É unir o útil ao agradável”, diz. 

A fisioterapeuta está há 11 anos no mundo do fetiche e foi apresentando o marido a esse universo ao longo do relacionamento. O casal já teve experiências com outras pessoas e realizaram o fetiche de Lola ver Dom com outras pessoas algumas vezes. Porém, essa é a primeira vez que Dom se disponibiliza para fazer sessões pagas. 

Marido de aluguel Dom se identifica como um homem hétero, mas não descarta a possibilidade de atender homens. Ele diz que não consegue pensar em uma oferta que não aceitaria, pois tem experiências que ele ainda não viveu. “Desde que seja bom para ambos pode ser estudado, tem que ser confortável. O BDSM precisa ser bom para ambos. Não é só para um”, diz.

IG

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