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Auxílio Emergencial: 5ª parcela já tem data para ser paga, diz jornal

Em matéria publicada nesta quarta-feira (11/08), com exclusividade d’O Globo, foi ventilado que o pagamento da 5ª parcela do Auxílio Emergencial já tem data marcada. O jornal, ao que tudo indica, teve acesso à planilha a partir de uma fonte do governo. Conforme as apurações, as pessoas que não fazem parte do Bolsa Família podem receber a 5ª parcela a partir do dia 20 de agosto.

Com esse possível cronograma, os saques da 5ª parcela podem ser liberados a partir da data de 1ª setembro para os nascidos no mês de janeiro. A expectativa é de que o calendário dos próximos pagamentos do Auxílio Emergencial seja divulgado no Diário Oficial da União (DOU). Com base nas especulações, o programa será devidamente finalizado no dia 19 de novembro de 2021.

Valor da 5ª parcela do Auxílio Emergencial

O governo já havia adiantado que seriam pagas mais três parcelas no segundo semestre de 2021 (5ª, 6ª e 7ª cotas). Por conseguinte, os valores dos pagamentos continuam os mesmos. As mães chefes de família recebem R$ 375, enquanto os que moram sozinhos têm direito aos repasses de R$ 150. Já os demais beneficiários fazem jus ao valor de R$ 250 por mês.

Conforme apurações do jornal O Globo, também já existe a previsão para o pagamento da sexta parcela do Auxílio Emergencial. Nesse caso, será a segunda do período de extensão promovido pelo Ministério da Cidadania.

A data provável para que o valor seja creditado na poupança social digital é o dia 21 de setembro, enquanto os saques devem ser liberados a partir do dia 04 de outubro. Já a última do período de extensão será, possivelmente, em 20 de outubro e os saques em 01 de novembro.

Como será após a última parcela do programa?

O governo já adiantou que pretende, a partir de novembro, quando terminar a extensão do Auxílio Emergencial, colocar em prática o novo programa de transferência de renda: Auxílio Brasil.

Ele vai ficar no lugar do Bolsa Família. Ainda falta ajustes e algumas decisões no Congresso Nacional, mas o governo acredita que conseguirá realizar a implantação do programa e alcançar cerca de 16 milhões de famílias, conforme Medida Provisória apresentada ao parlamento.

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