Família luta por tratamento de mulher com barriga ‘gigante’ causada por doença


Uma mulher e seus familiares lutam há meses por um tratamento em um hospital de Praia Grande – no Litoral Paulista, por causa de uma doença que lhe provoca um grande inchaço na barriga. Maria Aparecida Bonfim do Nascimento tem 53 anos e foi diagnosticada com uma cirrose hepática – doença crônica que atinge o fígado.

Segundo informações, uma complicação a faz reter líquido, o que lhe causa o inchaço e, consequentemente, causa dores abdominais e dificuldades para respirar.

A filha, Natache Nascimento Lima, disse que a mãe sofre com a doença há cinco anos e que a barriga dobrou de tamanho no último ano em razão da complicação, chamada de ascite. Segundo ela, a família tenta conseguir uma internação desde o início da pandemia para que o líquido seja completamente retirado, ou um encaminhamento a outro hospital que faça o procedimento.

“Ela não tem muito tempo para esperar, precisa do tratamento”, desabafa. Natache relata que Maria vai ao hospital da cidade constantemente. A cada vez, cerca de 4 litros do líquido são retirados, e depois ela recebe alta. A filha ainda afirma que foi informada de que faltava um medicamento no hospital e que, por conta disso, ela não poderia ficar internada por mais tempo.

O transplante é indicado para a cirrose hepática, mas, para que ele seja realizado, a paciente precisa ser encaminhada a um hospital especializado na capital paulista. De acordo com a filha, há cerca de um mês elas tentam uma consulta com um médico da cidade que possa fazer o encaminhamento, mas não há um especialista no município. “Ela precisa passar no médico para ser encaminhada, porque nossa esperança é o transplante”, desabafa a filha.

Na luta por um tratamento e com o volume de líquido aumentando, causando maior inchaço, ela relata que a família tem sentido dificuldades para saber como agir nessa situação, já que os parentes escutam diferentes opiniões, menos de um especialista. “Não sei o que a gente pode fazer sem o encaminhamento. Agora, não sei o que fazer”, diz.

O Hospital Municipal Irmã Dulce informou ao G1/SP que a paciente deu entrada na unidade nessa sexta-feira (25) e recebeu a assistência necessária para o caso, com avaliação médica e ministração de medicamentos.

G1

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